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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Lisbela- Los Hermanos
Eu quero a sina de um artista de cinema
Eu quero a cena onde eu possa brilhar
Um brilho intenso, um desejo, eu quero um beijo
Um beijo imenso, onde eu possa me afogar
Eu quero ser o matador das cinco estrelas
Eu quero ser o Bruce Lee do Maranhão
A Patativa do Norte, eu quero a sorte
Eu quero a sorte de um chofer de caminhão
Pra me danar por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar
Pra me danar, por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar
Ser o primeiro, ser o rei, eu quero um sonho
Moça donzela, mulher, dama, ilusão
Na minha vida tudo vira brincadeira
A matinê verdadeira, domingo e televisão
Eu quero um beijo de cinema americano
Fechar os olhos fugir do perigo
Matar bandido, prender ladrão
A minha vida vai virar novela
Eu quero amor, eu quero amar
Eu quero o amor de Lisbela
Eu quero o mar e o sertão
Eu quero amor, eu quero amar
Eu quero o amor de Lisbela
Eu quero o mar e o sertão
Eu quero a cena onde eu possa brilhar
Um brilho intenso, um desejo, eu quero um beijo
Um beijo imenso, onde eu possa me afogar
Eu quero ser o matador das cinco estrelas
Eu quero ser o Bruce Lee do Maranhão
A Patativa do Norte, eu quero a sorte
Eu quero a sorte de um chofer de caminhão
Pra me danar por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar
Pra me danar, por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar
Ser o primeiro, ser o rei, eu quero um sonho
Moça donzela, mulher, dama, ilusão
Na minha vida tudo vira brincadeira
A matinê verdadeira, domingo e televisão
Eu quero um beijo de cinema americano
Fechar os olhos fugir do perigo
Matar bandido, prender ladrão
A minha vida vai virar novela
Eu quero amor, eu quero amar
Eu quero o amor de Lisbela
Eu quero o mar e o sertão
Eu quero amor, eu quero amar
Eu quero o amor de Lisbela
Eu quero o mar e o sertão
terça-feira, 31 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Siempre (Adiós Dulcinea - Parte II)
Siempre (Adiós Dulcinea - Parte II)
Como ayer, te busque
En el doble techo de mi corazón y hallé nostalgia de ti
Soledad.
Comencé a llorar
Estos versos
Bañados en canción
Quiero volver a dormir con tu olor.
Desahucie tus besos
De mi memoria y digo adiós
Te dejaré marchar.
Comencé a llorar
Estos versos
Bañados en canción
Quiero volver a dormir con tu olor.
Desahucie tus besos
De mi memoria y digo adiós
Te dejaré marchar.
Duele tanto vivir
Duele siempre sin ti
Necesito tu olor
Necesito tu calor.
Quiero perfumar
Mi alma con gotas de ti
Y archivar mi dolor
En el doble fondo que hay...
en mi colchón!
Duele siempre sin ti
Necesito tu olor
Necesito tu calor.
Quiero perfumar
Mi alma con gotas de ti
Y archivar mi dolor
En el doble fondo que hay...
en mi colchón!
Como ayer
Me perdí en el laberinto
De caminar sin ti
Grite: mi amor dónde estás? y lloré.
Tú me preguntabas:
cuanto te quería yo
te quiero siempre amor
Me perdí en el laberinto
De caminar sin ti
Grite: mi amor dónde estás? y lloré.
Tú me preguntabas:
cuanto te quería yo
te quiero siempre amor
Duele tanto vivir
Duele siempre sin ti
Necesito tu olor
Necesito tu calor.
Quiero perfumar
Mi alma con gotas de ti
Y archivar mi dolor
En el doble fondo que hay en mi colchón.
Duele siempre sin ti
Necesito tu olor
Necesito tu calor.
Quiero perfumar
Mi alma con gotas de ti
Y archivar mi dolor
En el doble fondo que hay en mi colchón.
Pinto amaneceres sin saber
Cual es el dolor Que ahora tiene tu piel
Pinto despedidas en papel
Desechos de tu querer.
Cual es el dolor Que ahora tiene tu piel
Pinto despedidas en papel
Desechos de tu querer.
Duele tanto vivir
Duele siempre sin ti
Necesito tu olor
Necesito tu calor.
Quiero perfumar
Mi alma con gotas de ti
Y archivar mi dolor
En el doble fondo que hay...
Te quiero siempre mi amor.
Duele siempre sin ti
Necesito tu olor
Necesito tu calor.
Quiero perfumar
Mi alma con gotas de ti
Y archivar mi dolor
En el doble fondo que hay...
Te quiero siempre mi amor.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Desabafo&Desabo
Na vontade de desabafar, e o medo de desabar... qualquer frase é desconhecida pra mts,coisas que somente sua própria alma pode entender, ou por sorte, alguem tbm entende.
Escrever não é mas a minha praia, tento fungir desse paraíso, mas na falta de tudo, corro pra folha e na falta de
folha vim pro meu blog, agora, meu tão Amado blog, ñ queria misturar mto minha vida,
mas hj foi inevitável... Desabafo&Desabo.
E nessa época tudo vira crítica, tudo vira um sorriso, tudo vira uma magoa.
Se eu podesse deixar meu extremismo de lado ou joga-lo pela janela!
Um curto circuito de informações e sentimentos, minha mente não lida com simplicidade,
ela é intessa e prefere sensações fortes e reais. Talvés, si contentar com qualquer coisa fosse uma solução,
mas a verdade é que prefiro morrer por querer mais, do que arriscar a perder o que já tenho!
#FALEITUDO
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Saia de Tule
Ela é uma herança do balé clássico: as solistas vestem tutus bandejas e as integrantes do corpo de baile ostentam longas saias que cobrem todas as pernas. De uns tempos para cá, as saias de tule viraram objeto de cobiça de muitas meninas mais ligadas em moda – principalmente aquelas que costumam visitar blogs de looks, como o Lookbook.nu e The Sartorialist. No entanto, quem quer uma sofre para achá-las. Precisa ir a lojas alternativas, galerias com peças mais descoladas e basicamente só as encontra nas grandes cidades.
Mas é claro que quem for esperta ñ vai ficar só esperando a roupa chegar numa loja, corre em uma costureira legal e manda fazer a sua!!
-Eu acho super lindo, e já tow providenciando a minha!!
Tutu
Um tutu (pronuncia-se "titi" ou too-too) é uma parte do vestuário do balé, são roupas usadas pelas bailarinas. Quando apareceu, em 1820, não foi referenciado como um tutu. Esse nome foi dado a partir de 1881.
Em 1832 Marie Taglioni imortalizou esse tipo de roupa: tratava-se de um corpete apertado e uma saia de várias camadas, que se alonga quase até o tornozelo, também chamado Tutu Romântico, e quando é curto chama-se Tutu Italiano.
Desde a primeira apresentação da peça "As Sílfides" esta vestimenta passou a ser a norma de excelência dos bailarinos.
Mais tarde, o Tutu Romântico, branco e longo, marcado por bailarinos em "Giselle", "Las Bayaderas", passou a ser utilizado como padrão.
O Tutu Romântico, ou Italiano, é uma sobreposição de saias curtas e rígidas, em forma de pétalas ao redor do quadril do bailarino e deixando expostas as pernas, geralmente é um conjunto de saiotes brancos, embora haja uma variedade colorida e brilhante.
Em 1832 Marie Taglioni imortalizou esse tipo de roupa: tratava-se de um corpete apertado e uma saia de várias camadas, que se alonga quase até o tornozelo, também chamado Tutu Romântico, e quando é curto chama-se Tutu Italiano.
Desde a primeira apresentação da peça "As Sílfides" esta vestimenta passou a ser a norma de excelência dos bailarinos.
Mais tarde, o Tutu Romântico, branco e longo, marcado por bailarinos em "Giselle", "Las Bayaderas", passou a ser utilizado como padrão.
O Tutu Romântico, ou Italiano, é uma sobreposição de saias curtas e rígidas, em forma de pétalas ao redor do quadril do bailarino e deixando expostas as pernas, geralmente é um conjunto de saiotes brancos, embora haja uma variedade colorida e brilhante.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
EU MESMA'
Procurando bem
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Verruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem
Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem
(Edu Lobo / Chico Buarque)
Todo mundo tem pereba
Marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira
Verruga nem frieira
Nem falta de maneira
Ela não tem
Futucando bem
Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida
Nem dente com comida
Nem casca de ferida
Ela não tem
(Edu Lobo / Chico Buarque)
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